domingo

Verdadeiro Dominador

Um verdadeiro Dom, é aquele que é capaz de despertar a admiração de um/a submisso/a, pois o verdadeiro amor e obediência, surge da admiração, da confiança, da segurança e mais uma gama de virtudes e qualidades morais. Um mau caráter, jamais será um verdadeiro Dominador, e uma mau caráter, jamais será uma boa sub. Um Dom de alma, transmite autoridade sem se impor, ela, a autoridade e o poder sobre uma submissa, SEMPRE E SEMPRE será SÃO SEGURO E CONSENSUAL! Se o pilar SSC (São Seguro Consensual), não for respeitado, não é mais o verdadeiro BDSM, mas sim ABUSO, abominável na sociedade e em nosso meio!
O verdadeiro Dom, mesmo distante, com poucas palavras é capaz de incendiar a alma de um/a submissa/o, sem nunca perder o controle da situação. Um verdadeiro Dom, é paciente, adestrador, moderado e compreensivo. Exigente e duro quando preciso, mostrando seu pulso firme e poder, deixando claro que quem manda é Ele, não se dobrando a caprichos e vaidades, que permeiam o mundo baunilha e apodrecem relacionamentos. Pessoas são pessoas, e o BDSM é uma filosofia uma ciência humana, inexata, que requer estudo, paciência e sabedoria, para que um Dom Verdadeiro, ou como queiram, Um Dom de Alma, seja capaz de desenvolver capacidades reprimidas e ocultas, que abrigam o ser de uma submissa.
O BDSM é prazeroso mesclando os opostos, mas irmãos gêmeos chamados dor e prazer, ao alcançado e desenvolvido em cada submissa. submissas são preciosas, submissas de alma são raridade! O Bdsm é libertador de desejos reprimidos e combatidos, e um dos caminhos mais sublimes de se chegar a orgasmos tão desejados.
Para finalizar, deixo aqui uma frase de Thomas Hobbes: "O homem é o lobo do homem"




DOM IMPERATOR

Bota, lama e grama

De novo eu passaria algum tempo servindo a Dom IMPERATOR, Mestre poderoso, superior nato, dominador e que sabe como humilhar um merda como eu.
Desta vez tudo seria ao externo. Saímos da casa de Dom IMPERATOR, eu estava completamente nu apenas com uma coleira com corrente sendo guiado por meu Mestre o qual confio cegamente, enquanto isso, Dom Imperador usava uma regata preta, calças pretas e um poderoso par de botas.
Chegamos a um lugar escuro, parecia um terreno vazio, com terra e grama pelo chão que eu sentia com minhas mãos e joelhos. Dom Imperador então desfere um chute em mim e eu caio no chão e saio da posição em que fui ordenado a ficar: de quatro. Não tive tempo de pensar, Dom IMPERATOR rapidamente subiu em cima de mim e começou a me pisar, com força, muita força, eu gemia de dor enquanto sentia as solas rígidas das botas do meu Mestre na minha pele. Dom IMPERATOR esfregava as solas das suas botas na minha pele, me esfolando, ao mesmo tempo em que me sujava de lama e grama.
Eu estava sentindo uma mistura de dor e prazer, eu estava ali sendo pisado por um Deus, Deus IMPERATOR! Eu era o escravo mais sortudo do mundo por ter essa honra, meus pensamentos estavam me fazendo viajar, mas volto para realidade quando sinto algo gelado sobre minha pele, era cerveja, Dom IMPERATOR estava bebendo e jogou sobre meu corpo nu e continuou a me pisar.
Deus IMPERATOR (vou me referir a Ele assim a partir de agora, como sinal do meu respeito e adoração), diz com sua voz firme: “Vira, seu merda”. Obedeço a sua ordem sem questionar e me viro, deitando-me com as costas para o chão, eis que recebo um belo e forte pisão na barriga e logo em seguida sinto Deus IMPERATOR soltando seu precioso liquido dourado sobre mim, abro minha boca para não perder uma gota daquela sagrada bebida.
Com a cerveja e a urina de Deus IMPERATOR, a terra do terreno molhou-se e virou lama, Deus IMPERATOR então, sabendo que sou um escravo que adora botas sujas de lama, começou a sujar seu par de botas de couro na terra molhada ali, deixando aquelas solas rígidas mais sujas do que eu estava. Eu queria e meu corpo entregava minha vontade de ter aquelas solas em contato com minha língua, de novo eu estava viajando em meus pensamentos e Deus IMPERATOR diz: “Põe essa língua imunda pra fora seu verme de merda, você vai lamber minhas botas, porra”. E assim o fim, coloquei minha língua pra fora até onde fosse possível, Deus IMPERATOR passava as solas sujas do calcanhar até a ponta da bota, várias e várias vezes, algumas vezes cuspia na minha boca e ordenava que eu engolisse a lama que havia lambido, eu fazia com MUITO prazer, eu me sentia útil ao meu Deus e isso era incrível.
Quando Deus IMPERATOR se sente satisfeito com os jogos sádicos, ordena com que eu volte a posição (de quatro) e coloque novamente a coleira, e assim sou levado de volta pra casa, e como de rotina, sou deixado ali fora com as botas sujas de lama e sei o que devo fazer: lamber aquelas botas para que estejam limpas para a próxima vez que Deus IMPERATOR queira me pisar!
Texto de um submisso



terça-feira

Alma submissa

☠️🖤🍎
Sempre me entendi mais como sub fetichista do que um sub integral, esse entendimento mudou. Nas primeiras conversas com o Dom, mesmo virtual e sem ter ideia de como ele é pessoalmente (foto sempre engana), fui despertado pra outra realidade submissa. Sabia que não seria usado sexualmente, o dom é hetero e casado com uma domme. ...minha primeira experiência assim. Foi aumentando em mim o desejo de ser sub por ser sub, e assim me entreguei ao dom por inteiro.
Não sou podolatra, e de repente estava viciado em lamber, acariciar e desejar os pés do dom. Meu sexo sempre enjaulado e minha vaidade sempre a mercê do dom, roupas eram desnecessárias a não ser que houvesse frio. Olhos sempre baixados e boca sempre fechada. O silencia era uma nova realidade pra mim q sempre fui bem falante e risonho.
De repente estava eu nu, ajoelhado aos pés do dom em adoração e sendo espancado pela domme atrás, privado de vontade e privado de tudo. Consensual, voluntário e confiante no senhor, estava onde qualquer sub deseja estar. Entregue ao DOM IMPERATOR.



segunda-feira

Língua de Trapo

Existe um objeto capaz de mover montanhas e fazer com que mil escravos se ajoelhem, um símbolo de poder e superioridade: Botas!
Um macho com a essência nata de dominador e munido de poderosas botas pode fazer estragos físicos e psicológicos a vermes inferiores.
E Dom Imperador é um desses homens naturalmente dominadores, desses que nasceram já no topo na cadeia e, por sorte, tem domínio das botas que usa. Enquanto isso, eu nasci submisso, é uma condição natural e só cabe a mim aceitar minha posição e não questionar, sendo assim, meu lugar na natureza é embaixo das botas de um mestre superior.
Dom Imperador então me concedeu a honra de me aproximar de suas botas, mostrando toda sua superioridade e poder, no início eu só podia observar suas botas sem toca-las, o desejo dentro de mim só crescia, minha língua sentia uma atração natural pelas solas do Dom Imperador, eu sabia que diante Dele eu deveria usar minha boca imunda para limpar suas botas, afinal um mestre como Dom Imperador não deve sair com as botas sujas jamais!
O olhar sádico de Dom Imperador só me enchia ainda mais de desejo. Após um certo tempo de tortura, ouço uma voz firme me dizendo: “Lambe as solas das minhas botas agora, verme imundo”. Meu coração estava batendo rápido e meu corpo entregava o prazer que eu estava sentido. As solas das botas estavam sujas de lama seca, poeira, então eu sabia que eu tinha um trabalho para fazer! E fiz, com muita gratidão por me sentir útil ao meu Mestre, lambia da parte do calcanhar até a ponta da bota, pressionando minha língua contra o couro duro da sola, sentindo o gosto da sujeira e me assegurando que ficasse completamente limpo.
Não satisfeito, enquanto eu lambia a sola de uma das botas, Dom Imperador me pisava com a outra bota, pressionando sobre minha pele, com firmeza, em alguns momentos pisava com mais força, como se fosse um aviso dizendo “faça seu trabalho direito”, um mestre como Dom Imperador não precisa de palavras para que seu escravo entenda o que deve fazer.
Algum tempo lambendo a bota, houve algum progresso, a sola estava com lama molhada agora com minha saliva, minha língua estava marrom. Dom Imperador me ordena que eu mostre minha língua e, ao ver a cor dela, solta um sorriso sádico de dar arrepios de prazer a qualquer escravo. Como recompensa por parte do trabalho realizado, Dom Imperador permitiu com que eu me alimentasse! Dom Imperador me daria alguns restos de pizza e eu estava extremamente feliz pelo presente, contudo, eu não iria comer em um prato de garfo e faca não, eu não sou digno na presença do Dom Imperador, eu iria comer os restos no chão.
Dom Imperador então joga alguns restos no chão e solta seu líquido dourado sobre o alimento, deixando-o todo úmido, então, quando achei que meu jantar estava servido, ele usa suas poderosas botas sujas de lama para pisar nos restos com sua preciosa urina até virar uma pasta marrom suja, aí então meu banquete estaria servido.
A voz firme então ecoa novamente: “Coma seu jantar, seu lixo imundo, quero o chão e minhas botas limpos”. Eu comia aquela pasta divina com prazer, me deliciando lambendo o chão, quando terminei de lamber até o último vestígio de comida no chão, ainda tinha comida nas solas das botas do Dom Imperador, lambia e comia cada centímetro daquela bota, eu estava em êxtase.
Depois de comer, Dom Imperador me pegou na coleira e me levou para a área externa, próximo a uma poça de lama, onde fez questão de pisar com suas botas, sujando-as toda de novo! Olhava sadicamente pra mim, debochando de todo trabalho que eu já havia feito e teria que fazer de novo, mas eu não podia reclamar, afinal minha função ali era deixar aquelas botas limpas quantas vezes forem necessárias. Fui ordenado a deixar com a barriga para cima ali mesmo, e Dom Imperador pôs-se a me pisar com as botas sujas de lama molhada, o peso de seu corpo era demais para mim, mas eu aguentava calado, segurando os gemidos de dor e prazer. Conforme Dom Imperador me pisava, as marcas perfeitas da sola de suas botas ficaram carimbadas no meu corpo, aquilo era arte! Meu Mestre me marcou inteiro, eu estava sujo de lama por todo corpo. Como um macho de verdade extremamente inteligente, Dom Imperador sabia os pontos cruciais que deveria pisar: meu pênis de escravo e minha cara, e ele o fez! Pisava com força nas minhas partes baixas, para que eu soubesse que estava diante de um Mestre poderoso, e depois no meu rosto, me sujando de lama, eu institivamente colocava minha língua para fora e Dom Imperador esfregava suas solas sujas.
Eu era um brinquedo para ele brincar e depois descartar, para que ele pudesse satisfazer seus desejos sádicos.
Depois desse momento no externo, Mestre Dom Imperador havia deixando as botas extremamente sujas de lama, em cima, na sola, por toda parte. Dom Imperador então caminha até a porta e tira as botas, deixando-as ali antes de entrar, eis então que ouço pela última vez naquela noite sua voz, ordenando: “Quando eu acordar amanhã quero ver essas botas limpas, brilhando, como novas, seu verme estúpido”, soltando um cuspe em mim. Eu estava completamente sem roupa e não havia nada com que eu pudesse limpar aquelas poderosas botas, então eu soube que teria que usar minha língua para isso, e eu estava muito feliz...
...A noite seria longa e muito, muito suja!
(Texto de um candidato a escravo)




sábado

Renda-se

Renda-se, venha até mim, prenda-se com vontade as minhas correntes e amarras, sinta a rendição é o prazer em me servir, faça antes de eu mandar, mas faça com vontade, não quero repetir 2 vezes, não quero desobediências,  seja dócil, como um cachorro fiel, minha vontade SEMPRE antes da sua, meu prazer é o seu, sua mente diz devoção, e de sua boca sai “sim minha Senhora”, seus olhos é pura admiração, diante de sua rainha, prostado receberá minha ordem feliz, pela melhor coisa que está acontecendo na sua existência…


sexta-feira

BDSM NÃO É ABUSO!!! É UMA TROCA DE PRAZER ENTRE QUEM DOMINA E QUEM É VOLUNTARIAMENTE DOMINADO




domingo

Please

Hurt me.

Strip me of my ego.

Bind my hands and cover my face.

Make me afraid.

Tear at my flesh.

Watch me bleed.

Listen to me scream.

Revel in it.

Kick me.

Use me as your toy.

Rape me in the dirt.

Mark my body with your teeth.

Leave me breathless.

Take away my voice.

Piss on me.

Leave me cold. Naked. Afraid.

Grab my neck and shove me on your cock.

Punch me.

Strangle me.

Kick me until I cry.

Force me to beg.

String me up and use me as your puppet.

Relish in my depravity.

Drown me. Decide when I breathe.

Gag me and drag me by my hair.

Make me less.

Burn me.

Force me lower.

Take possession of my pain.

Deny me basic rights.

Fuck my face.

Lick my tears.

Dismantle my ego.

Show me your violence.

Shove me to my knees.

Let me suffer for you.


Make me yours.


Destroy me.


please.



Masochist Pray

It’s not the blood that I want.

It’s you.
Piercing though my skin.
Slowly.
Methodically.
Exposing my insides.

Requiring my stillness,
my endurance.
As you carve at my flesh.

I feel you penetrate me.
Deeper.
Until the sound dulls.
And the world fades.
And the pain melts.

And all I can feel is you.
And my breath.
And the blade.
And the warmth as it starts to escape.
Trickling down my sides.

But I don’t want the blood.

I want the butcher.
The surgeon.

Stripping me of everything.
Revealing my vulnerability.

Piercing me.
Marking me.
Lacerating me.

I want to be left agape.
Vile. Peeled. Bare.

Only a pile…
of flesh
and bone
and lard
and filth.

Bloody.
Needy.
Desperate.
Wounded.

Until you are ready.
to fix me again.

Why Should a slave Suffer for their Owners?

The definition of suffer:

1. experience or be subjected to (something bad or unpleasant).

2. tolerate or endure.

So why should a slave suffer for their Master or Mistress? I think out of love and desire to serve them well. What kind of suffering am I talking about? Well basically anything they are willing to put me through. I trust my Owners not to harm me or subject me physical or mental anguish beyond my capabilities to endure without harm. That being said not only am I willing to suffer for Them but I desire to suffer for them. Here are some ways that I do suffer for them. I tolerate of endure kneeling when they are due to come home by the door with my palms up on my knees this is after a while unpleasant to endure but I do and when they come through the door pat my head and say “that is a good boy you may get up now” I cannot describe the good feeling I get from it. I tolerate going to bed when they tell me to, having to ask permission to use the toilet or to eat, not being allowed to wear clothes unless I have to leave the property, getting a spanking when I make a mistake, and all other things that makes a slave a slave.
So why do I tolerate this? Because I love my Owners and would not want it any other way. I suffer for their convenience and pleasure, They do not abuse me but are sadistic and enjoy watching me suffer to the extent that I do. They are not cruel or torturous but do enjoy watching me endure pain and discomfort for them. They are not mean but they do enjoy that I do for them do not and expect anything back. But they do give back in making me safe and secure and build up my self-esteem by telling me good boy. They also correct my bad behavior and habits and make me a better person. They in their own way show me love.
So why should a slave suffer for their Owners? I can’t speak for other slaves but I do it because I love them and know no other way I want to live. Just to hear good boy and know I made their lives easier makes suffering worth it.



Be the first to leave your mark …

sábado

Capacho



domingo

Uma Noite de Play com Dominação em dose Dupla

Enfim chegara o magnífico dia de servi-los. Suas botas lamberia, beijaria seus pés, seria apenas um objeto de prazer.
Avisto-os no carro, o primeiro contato fora com a Imperatriz, que venhamos e convehamos é linda é perfeito, assim também como o Grande Imperador.
Durante o percurso, conversamos rapidamente especificamente sobre BDSM, que o elo que estamos criando, no entanto, ao chegarmos ao local, o Clima mudou... Sem sorrisos, ou simpatia era meramente naquele momento o que sou por essência, um escravo.
Seus adereços e acessórios BDSM, traziam o clima hostil e propício para degradação de um ser.








Logo sou designado que tire minhas roupas e os aguarde no primeiro espaço. Colocam sobre mim a minha máscara de dog e a Imperatriz troca a guia, pois a deles era melhor.
De joelhos, sou levemente afligido com chicote de menor porte, e ao mesmo tempo ambos tiravam fotos de minha carcaça imunda, fato que eles faziam questão de me lembrar.
Ainda de joelhos, sou posto a engraxar as botas dos Senhores, obviamente que para um escravo  com a língua.
A Senhora Imperatriz me fez lembrar que devia agradecer, afinal de contas Eles não me afligiam apenas por prazer, mas para me lembrarem minha condição.
Em nenhum momento ouso tocar-lhes, nem as botas, ate que sou levado para parte exterior para ser curado pela Imperatriz, esse momento foi desgostoso, mas escravo não deve ter prazer, minhas nádegas tremiam, meu corpo não queria, mas o meu prazer era ver o semblante de contentamento e satisfação. Determinado momento pedi por favor, implorei por clemencia já não. aguentava mais...
O Spanking foi leve, porem ao alguns momento o Imperator pegava  pesado ao me afligir com o chicote, a ponto de eu sair da posição por diversas vezes.
Quando enfim olhei seus olhos, estava deitado no chão, entretanto esta não era a intenção, e portanto apartir daquele momento fui presenteado com  chuva prateada dele, que é deliciosa.
Após este momento enquanto limpo as botas do meu Senhor, a imperatriz põe uma espécie de varetas de pipa no meu pênis, comecei então a me lambuzar de prazer naquelas botas saborosas.
Me levam novamente fora da masmorra e fico deitado no mato, enquanto reflito sobre o escravo que sou, apos uns 5 minutos as formigas, também fizeram queriam me usar... Obdecendo ordens permaneco ali, ao passo que começo a me contorcer. E então, eles vendo meu sofrimento, foram misericordiosos, me tirando logo dali.
Fico aguardando de joelhos no primeiro ambiente, quando Estes retornam, sou posto para agora dar arremate nas botas fazendo lhes brilhar. Sou posto pela imperatriz a cheirar o cheiro de suas meias, e então me senti nos campos elíseos, elixir e prazer em ser escravo.
Meu Senhor me estapeia bravamente me indangando o que sou, prazer ele instante sinto algo diferente, meu corpo treme e lhe respondo, que sou verme, escravo, capacho. Ele percebeu que atingiu meu psicológico, mas não por bem, mexer com minha mente logo na primeira sessão
Meu Senhor diz que a sessão se encerrou, me oferece água e prontamente aceito, logicamente bebia numa tigela.
No fim daquela noite, Ele me deu algumas orientações procedimentais  dos afazeres que teria para o próximo dia.
Meu Senhor, retornou para me presentear com sua chuva dourada, uma dádiva para submissos de verdade. Me arrependo alguns minutos posteriores de ter dito a Imperatriz que eles não estavam tão hards assim, pois a chuca fez com que ardesse as lanhadas  que recebi.
Começo a limpar o ambiente e principalmente as botas, não resistia, e por vezes cheirava as meias.
Levanto as 5:30 como Imperator ordenou, retiro parte do mato, ate que ele sai do seu rescinto, pergunto se Ele teve uma boa noite de sono, a resposta foi positiva e prossigo nos meus afazeres.
O Mestre me manda ir para outro ambiente onde me propõe scat, então fico sem respota por  um breve momento, mas digo que irei tentar, ao ficar na posição para receber chuva marrom no rosto, Conversamos bastante  tivemos ali o nosso feedback,  e tambem me revelou seus propositos sobre mim, contudo o fato que me chamou a atenção, é que neste mais ou menos dez minutos saia o néctar, puro, refinado e transparente. Ao ouvir sua voz, o que desejavam sobre mim, logo fiquei excitado Durante  toda a conversa. Ao longo do conversavamos ele ia  dando me ensinamentos, assim bem como, recebia Seu líquido purificador. Por fim, resolveu despejar sobre mim seu gozo, o que me senti lisonjeado.
Meu Mestre me põe de joelho
Voltei para os meus afazeres, terminando de retirar o mato. Novamente, tomei banho com Sua chuva dourada, e então ai sim fiquei mais ardido e me coçando sobre o mato.
Enfim tomei banho, e me aprontei, me despedi de longe da Senhora Imperatriz, sem a ver, pois imagino que não estava composta e o Imperator me deixou em um ponto estratégico para voltar pra casa, sem querer olhei em Seus olhos e desviei, voltamos então a conversar sobre BDSM, até que O agradeço e me despeço.
Foi uma sessão ímpar, proveitosa e bastante enriquecedora, onde pude me sentir como há muito não tempo não me sentia, um verme.


sábado

Pq temos uma cena tão fraca de BDSM no RJ?

Compilação de uma postagem feita por mim no site Fetlife, e a transcrição das respostas mais pertinentes na minha opinião.

Usuário Dalek:
"Minha humilde opinião é que BDSM é tão gueto que as pessoas se estapeiam por migalhas ao invés de tentar fazer a coisa crescer. O exemplo mais gritante disso é a forma com que os """""mais velhos"""" tratam os mais novos.
Balelas como "o verdadeiro bdsm" ou "tem que estudar muito" "bdsm é muito sério" e falas do gênero são normalmente usadas para forçar uma suposta autoridade dos antigos aos novos, uma autoridade que nem de longe é merecida.
Isso acontece em qualquer meio "você não é metaleiro de verdade" "você não é nerd de verdade" etc, criando-se o espado dos de dentro fodões e que fazem as coisas "de verdade" e os outros que tem que abaixar a cabeça, calar e obedecer.
Não se acolhe pessoas novas com o tom de "que bom que você tá aqui, fala pra gente como você vê o BDSM hoje" em oposição é "a verdade sou eu, siga o que eu falo se não você é falso".
Uma parcela significativa de perfis de dominadores adora exibir "X anos de bdsm" como se esse tempo, isolado de outras coisas, tivesse qualquer importância.
Talvez por o BDSM abraçar muita gente com problemas de auto estima, identidade, imagem etc, as opressões que essas pessoas sofreram acabam sendo refletidas dentro do espaço."
Usuário: Domjosebarbaro:
"É pq o Rio de Janeiro é a terra do erotismo , basta ir à praia , a lapa , aos bares , lá estará cheio de gente e cheio de alegrias , ainda mais com esse bdsm engessado que existe no rio , cheio de regras babacas , carioca gosta de diversão e de gente feliz , gosta do sol , gosta de bunda grande , gosta de mulherão , então camarada no rio vc terá muita putaria , mas sem tantas regras , pq carioca odeia regras , adora chinelo de dedo e alegria , eu mesmo sou praticante de bdsm e não curto nada aqui no rio , é muito cacique para pouco índio e os caciques sempre querendo levar vantagens financeiras, perde a essência quando se introduz dinheiro, essa é apenas a minha humilde opinião , não significa ser a correta , desde já abraços."
Usuário: Discreto_Lord:
Sou carioca, eu e minha esposa somos calouros no universo BDSM. Estamos tentando ingressar nessa arte misteriosa e venho enfrentando resistência dos praticantes mais antigos. Encontro muito egoísmo e soberba. Não quero generalizar e rotular todos os praticantes, já criei amizades no meio, encontrei mais simpatia na galera de São Paulo, Santa Catarina e Rio Grande do Sul. Alem, existe excelente matérias didáticos abordando sobre o assunto. Cada um com suas personalidades, ninguém é brigado a ser o que não é. Mas atitudes que tomamos influênciam no nosso meio.
Outro ponto que gostaria de salientar é quantidade de aproveitadores. Indivíduos que não sabem aproveitar as oportunidades e intimidam e desmotivam a prática."
Usuário: DomErik135:
Como citado anteriormente pelos amigos @Dalek e @Discreto_Lord realmente, há um grande problema de "veteranos x calouros", creio que isso é algo que mata o bdsm daqui e de qualquer lugar, a ideia de tempo no bdsm. Eu sempre digo que o bdsm é poesia, não liturgia (claro, sem ignorar conceitos vitais como a famosa tríade SSC) porque sei o quanto é irritante pessoas que tratam o bdsm como um livro de regras. E como dito pelo @IMPERATORBDSM, não é algo exclusivo do bdsm. Bem, algo que acho interessante de ser levado em conta são os índices de praticantes e eventos BDSM mais voltados para Centro e Zona Sul, isso pode se dar por vários fatores, mas creio que o mais provável seja a ideia do "bdsm elitizado" que filmes como 50 Tons reforçam com um dominador que anda de helicóptero, e como dito pelo @Domjosebarro em uma breve análise do Rio de Janeiro (que ao meu ver está de parabéns): "...É muito cacique para pouco índio e os caciques sempre querendo levar vantagens financeiras, perde a essência quando se introduz dinheiro...".
O debate segue no Fetlife, caso queira acompanhar, segue o link:
https://fetlife.com/groups/1959/group_posts/12173772?page=1#group_comment_111982733

quarta-feira

Erotismo + BDSM = Voltado aos Relacionamentos

Quero abordar este tema, embora muito popularizado pelos diversos tipo de mídia, principalmente em programas televisivos, normalmente os que relatam a vida noturna, digamos o submundo dos desejos ocultos, ainda enfrenta forte tabu. Por experiência e trocas de relatos e percepções de relacionamentos interpessoais, é possível notar que a maioria esmagadora dos relacionamentos está fracassada, ou fracassa no decorrer do tempo, por incontáveis motivos, alguns por desvios de caráter, mentira e falsidade, nestes casos não há do que se falar, porém no meu campo de vista, 90% do esfriamento está diretamente ligado a PERDA DE DESEJO PELA PARCEIRA/O, a convivência diária e quase que robótica, gera esta situação de declínio, perda da libido e do tesão um no outro. 

Por ser algo tabu, cercado de preconceitos, e por cultura opressora imposta pela formação religiosa dos países latinos, juntado a falta de profundidade cultural, o Bdsm é quase algo que proibido, algo visto como depravação pecaminosa. O fato é que o Bdsm cresce e toma vida em sociedades cada vez mais desenvolvidas culturalmente, vide Europa e EUA, onde há milhares de festas, eventos, interessados e praticantes que não tem medo e tampouco vergonha de viver seus prazeres de forma plena. 

O contrário vemos no Brasil, onde o Bdsm precisa ser vivido nas sombras, no noturno, e afins... onde eventos praticamente não existem, se você não morar em São Paulo, capital, você não terá acesso a bons eventos e/ou eventos medianos bem organizados. 

O que venho relatar aqui, é que esta falta de contato e popularidade, priva relacionamentos de terem aquela famosa "apimentada", a exploração de fetiches; por exemplo: o marido que tem tara em enfermeira, feiticeira, mulher gato e etc... consegue sentir prazer vendo outras mulheres, que não a sua, exercendo este papel, mas dentro da sua cabeça alimentada pelo preconceito, ele não consegue imaginar sua esposa, mãe dos seus filhos, exercendo este lado do jogo erótico. E do outro lado as esposas e os esposos, por medo e vergonha de se abrir com o outro, do julgamento que possa recair sobre sua pessoa, o medo de ser rotulado como depravado, impede progressos na relação, traz somente orgasmos mecânicos e frios, quase que sem prazer, isto é, se orgasmo vir, pq em mulheres casadas isso é praticamente inatingível com seu parceiro.

 A eroticidade de roupa de couro, de uma bota, sapatos, luvas, pés, batom vermelho, somente é explorada em filmes e videos consumidos de forma frenética por homens e mulheres casadas, nada contra isto, mas essas pessoas quase nunca pensam " Nossa, vou propor isso ao meu esposo/a, seria legal  experimentarmos", não, preferem ficar só nos videos, se contentando com a realidade a la Black Mirror, de prazer individual, rápido e sem graça, mecânico. Quanto mais elevada culturalmente for a pessoa, mais aberta será para o Bdsm e corajosa para explorar os meandros do erotismo latente que vive em cada um de nós. 

Dom IMPERATOR 



domingo

Declaração de principiante em Petplay/Dogplay

Servir alguém, servir alguém é estar de prontidão sempre que solicitado, é deixar que seu corpo pertença ao outro, ao seu Dom, e que ele possa usufruir e usar como ele bem entender, respeitando limites e a consensualidade, ser escravo/a é ter total consciência de que seu corpo e sua mente no momento da sessão pouco lhe pertencem, um bom Mestre vai te mostrar isso, mostrar que ali você é apenas um está a disposição do Servir, e servir alguém é estar entregue, ao Mestre ou a quem ele desejar, é fazer de tudo para que seu Senhor esteja sempre grato em lhe ter. Como um cão/cadela, que sempre vai atrás do osso do seu Dono, nas mãos do seu Senhor, vc se sente um cão/cadela, adestrado/a e obediente... um/a filhote ainda, com muito a aprender, mas um cão/cadela, preso na coleira que é servir ao meu Senhor.

 
 Texto de candidato a sub e edição DOM IMPERATOR.

terça-feira

Pés da IMPERATRIZ


Pés gozados